A Redescoberta da Monarquia: Uma Nova Perspectiva para o Brasil
Arte: Soren Mozart. Artigo: Raimundo Feitosa
Quando uma pessoa se torna monarquista, ela se despede do sistema republicano ao descobrir a verdadeira história do Brasil, não havendo mais espaço para que sua forma de pensar e agir retorne ao republicanismo.
Essa transformação não implica em deixar de votar ou ser votada, nem de se identificar com a esquerda ou a direita, ou ter um partido político de estimação. Ao contrário, ela se transforma em uma nova pessoa, pois já não é mais defensora do regime republicano e não pode voltar atrás. Essa descoberta é uma mudança que transforma a vida.
Em primeiro lugar, a pessoa descobre que a república nasceu de um golpe de estado, que passou a esconder a verdade. O regime republicano enganou a nação brasileira, começando pelo maior instrumento de transformação: a educação.
Na monarquia, essa pessoa percebe que a Família Real Imperial não deixou de existir e está preparada para retornar ao controle do país, caso a nação a convoque para esse retorno.
Ela entende que o Brasil nasceu monárquico e que essa monarquia não foi um retrocesso. Os dois reinados, de Dom Pedro I e Dom Pedro II, lutaram para salvar o Brasil das guerras e do tráfico escravocrata que assolou a América por tanto tempo.
Além disso, a pessoa descobre que existem países que eram monarquias, experimentaram o regime republicano e, ao perceberem a falência deste, retornaram à monarquia, sempre decidindo isso pelo povo no tempo certo.
Por fim, quem se torna monarquista compreende que as monarquias contemporâneas não são mais como nos tempos primitivos. Hoje, muitas nações monárquicas estão entre as mais desenvolvidas do mundo.

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