Monarquistas defendem reformas profundas para um novo Brasil
A Proclamação da República marcou o início de um período que muitos consideram de retrocesso institucional
O número de candidatos monarquistas no Brasil é expressivo. Felizmente, seus valores são inegociáveis. Por razões de segurança, seus nomes não serão revelados neste momento.
Esses candidatos defendem e apresentam propostas de reformas profundas para que o Brasil supere um retrocesso que, segundo sua visão, começou em 15 de novembro de 1889, com a Proclamação da República.
Pode surgir a pergunta: se consideram a Proclamação da República o início desse retrocesso, por que não esclarecem publicamente essa posição? A resposta é simples: porque ainda vivemos sob o regime republicano em 2026.
Para os candidatos monarquistas, uma eventual derrota não representa necessariamente frustração. Uma vitória, por outro lado, traria a grande responsabilidade de contribuir para as reformas e medidas necessárias à reconstrução do Brasil como Império.
Que Brasil lindo e grandioso! Um país com potencial para alimentar o mundo, impulsionado pela força de um povo capaz de enfrentar grandes sacrifícios para salvar uma nação que ainda não descobrimos plenamente.
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