DITADURA OU MONARQUIA? POR QUE O BRASIL PRECISA DE UM IMPERADOR, NÃO DE UM DITADOR - Vitória Imperial

DITADURA OU MONARQUIA? POR QUE O BRASIL PRECISA DE UM IMPERADOR, NÃO DE UM DITADOR

Por Vitória Imperial - À Frente do seu Tempo




O Brasil, a cada crise, cai na mesma armadilha. De um lado, nos oferecem a república de farda, a ordem pela força, o homem forte que promete consertar tudo na marra. Do outro, esquecemos a nossa própria história. A pergunta não é nova: entre Ditadura ou Monarquia, o que será melhor? A resposta está nos 67 anos em que fomos Império e nos quase 136 em que somos república.



A ditadura, seja de esquerda ou de direita, militar ou civil, tem sempre a mesma natureza: é o poder pessoal. Ela nasce de uma ruptura, se sustenta na força e morre com o homem que a encarna. Não há legitimidade, há apenas obediência. Não há Constituição, há arbítrio. O ditador concentra em suas mãos o Estado e o Governo, faz do partido ou do quartel a sua lei, e transforma o opositor em inimigo. É por isso que toda ditadura precisa de censura, de perseguição e de propaganda. Sem isso, ela desaba.


A Monarquia Parlamentar Constitucional é exatamente o oposto.



A Monarquia não é o governo de um homem. É a coroação de uma História. O Imperador não é dono do poder, ele é o guardião da Nação. Na formulação genial da Constituição de 1824, ele exerce o Poder Moderador, aquele poder neutro, acima dos partidos, que impede que um poder esmague o outro. O Chefe de Estado não pertence ao PT, ao PL, ou a qualquer sigla. Ele pertence ao Brasil.



Por isso, nos países onde a monarquia permanece, há mais estabilidade. Vejam a lista: Noruega, Suécia, Dinamarca, Países Baixos, Japão, Canadá, Austrália, Espanha. São os países com maior IDH, menor corrupção e maior liberdade de imprensa do mundo. Não é coincidência. É sistema.



Na ditadura, a sucessão é sempre uma crise. Quem será o próximo homem forte? Na república presidencialista brasileira, a sucessão é sempre uma guerra. Na Monarquia, a sucessão é continuidade. Sabemos quem é e quem será o Chefe de Estado. 


Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial, representa o princípio da legitimidade, não de um projeto pessoal de poder. Ele não precisa se reeleger. Ele não precisa agradar corporação. Ele precisa apenas cumprir seu dever para com o Brasil.


A diferença central é esta:


A Ditadura governa pelo medo. A Monarquia reina pela legitimidade.


A Ditadura promete ordem e entrega instabilidade, porque toda ordem baseada na força é provisória. A Monarquia entrega ordem porque ela não precisa provar sua força todos os dias. Ela já está ali, há séculos.


A Ditadura fecha o Congresso. A Monarquia Parlamentar fortalece o Parlamento.


Na Monarquia que defendemos, o governo é do Primeiro-Ministro, escolhido pelo povo através da Câmara. Se o governo é ruim, troca-se o governo, sem trauma, sem impeachment, sem tanques na rua. O Imperador permanece como a âncora. Na ditadura, quando o governo é ruim, só resta a revolta ou a submissão.


A Ditadura é personalista. A Monarquia é institucional.


O Brasil não precisa de mais um salvador da pátria. Já tivemos muitos, todos fracassaram. O Brasil precisa de uma instituição que esteja acima dos salvadores. Precisa do Terceiro Reinado.


Entre a bota e a Coroa, escolhemos a Coroa. Entre o arbítrio de um homem e a tradição de um povo, escolhemos o povo coroado em sua própria história.


Não queremos uma ditadura coroada. Queremos a liberdade coroada.



Viva o Império!

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