Plebiscito sobre a Monarquia: uma consulta popular, pacífica e sem privilégios
Monarquistas querem apenas saber se sua luta representa a vontade do povo brasileiro
Créditos da Imagem: Meire & SorenO plebiscito para medir a força do monarquismo brasileiro não precisaria utilizar a urna eletrônica. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) poderia conduzir a consulta normalmente, com uma cédula de papel contendo apenas duas opções:
- Monarquia;
- República.
Também não seria necessária a propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão. O boca a boca e as redes sociais seriam suficientes para divulgar as propostas até o dia da votação.
A consulta teria caráter pacífico e orientador. O TSE poderia estabelecer regras para impedir abusos, desinformação e interferências indevidas de grupos interessados em manipular a opinião popular.
Não seria necessário utilizar o fundo eleitoral, pois não se trataria de uma eleição, mas de uma consulta sobre o futuro do país. O objetivo seria saber o que o povo pensa: se deseja uma mudança no sistema de governo ou se prefere manter a República.
Alguns poderiam argumentar que os políticos sempre manifestariam suas opiniões. Isso seria permitido, desde que não utilizassem a consulta para promoção pessoal, abuso de poder ou interferência indevida na vontade dos eleitores.
A participação também não precisaria ser obrigatória. Como consulta popular, o cidadão teria liberdade para votar ou não. O TSE, que já possui estrutura e recursos públicos para cumprir sua função, poderia organizar o processo com a participação pacífica da sociedade brasileira.
Os mesários poderiam ser escolhidos por representantes da Justiça Eleitoral em cada município ou região, garantindo organização, transparência e segurança durante a votação.
Afinal, o que os monarquistas desejam com essa proposta? Apenas saber se a luta em defesa de uma verdadeira mudança no Brasil conta com o apoio popular e se todo esse esforço está alcançando a sociedade.
Mais uma pedrada de Raimundo Nonato Feitosa da Silva.
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