A Política como Vocação: Reflexões sobre a Representação e o Legado de Dom Pedro II - Vitória Imperial

A Política como Vocação: Reflexões sobre a Representação e o Legado de Dom Pedro II

 A Política como Vocação: Reflexões sobre a Representação e o Legado de Dom Pedro II

Retrato de Dom Pedro II


A política é para quem pode e quer, ou para quem busca o bem coletivo? É fundamental que a juventude, que aspira a ser pública, compreenda que representar o povo deve ser um sacrifício e não uma bonança.

Dom Pedro II representou a nação brasileira por décadas, sem que os cofres públicos arcassem com seus custos, pois o que era público era gasto em benefício do público. Ele não era um político; era um representante da nação. A política deve ser tratada como uma vocação, não uma profissão.

Mas quem sustentava os custos do Imperador? Dom Pedro II, embora pudesse ser chefe de governo, ele não era, ele era chefe de estado e representava uma nação que o apoiava maciçamente . Financiado pela coroa, e não pelo povo, ele morreu financeiramente pobre.

E onde está a coroa? Tal vez a coroa esteja guardada pela sabedoria que esta nação herdou: paz e honestidade.

Após essas reflexões, surge a pergunta: por que o povo não chama sua descendência para representar o Império em um Brasil monárquico? A resposta é simples: a família sempre esteve pronta desde a proclamação da república, que a maioria dos brasileiros não queria. Para que o Brasil volte a ser um Império, é preciso que o povo clame por isso.

Por fim, a república escreveu outra história, escondendo do povo a verdade de nossa identidade. A grande maioria dos políticos atuais não deseja abandonar esse regime, pois ele os representa, e não ao povo, que sofre as consequências.

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